Eduardo plantou uma semente em sua varanda, germinando o ipê amarelo que daria origem à primeira árvore do projeto.
Regeneração urbana no centro de São Paulo
Trazendo a Mata Atlântica de volta ao coração da cidade.
O Projeto Pazipê nasceu do cuidado com um ipê amarelo e hoje transforma canteiros urbanos, jardins de chuva e espaços públicos em áreas mais verdes, vivas e biodiversas.
1 pomar na Praça Dom José Gaspar
A história
Uma semente na varanda. Um ipê no concreto. Um movimento na cidade.
Eduardo plantou clandestinamente o primeiro ipê amarelo na esquina da Avenida São Luís com a Avenida Ipiranga, em pleno coração de São Paulo. A muda havia sido germinada por ele na varanda dois anos antes.
Eduardo plantou o ipê número 2, também clandestino, na Avenida Ipiranga. A prefeitura arrancou a muda e ele a replantou em dezembro de 2024.
Primeiro plantio nos jardins de chuva da Avenida Ipiranga, quando Eduardo desceu o ipê de seu apartamento e plantou no jardim de chuva. Aqui nasceu efetivamente o Projeto Pazipê.
Eduardo conheceu grandes nomes ligados ao verde, como Ricardo Cardim, renomado botânico e paisagista, e o senhor Hélio, o plantador de árvores e criador do Parque Tiquatira, que na época havia plantado em torno de 46 mil árvores.
O Projeto Pazipê adotou oficialmente os 30 canteiros da Avenida São Luís, no centro de São Paulo, através do programa “Adote Uma Praça”, da Prefeitura Municipal de São Paulo, com todos os termos publicados no Diário Oficial.
Início da criação da página do site www.projetopazipe.com.br, desenvolvida pela Evoluir Marketing Digital.
Eduardo conheceu e teve o primeiro encontro com Stefano Mancuso no Brasil.
Hoje o Projeto Pazipê atua principalmente em cinco frentes:
🌱 1. Implantação de microflorestas urbanas
O projeto transforma canteiros e pequenos espaços públicos do centro de São Paulo em áreas com espécies nativas da Mata Atlântica, criando o que Eduardo costuma chamar de “florestas de bolso”. Há intervenções na Avenida São Luís, na região da Praça da República e na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua Basílio da Gama.
🌳 2. Recuperação da biodiversidade da Mata Atlântica
O foco não é apenas jardinagem ornamental. O projeto busca substituir espécies exóticas por plantas nativas, atraindo aves, abelhas polinizadoras e outros organismos importantes para o equilíbrio ecológico urbano.
🤝 3. Mobilização comunitária
O Pazipê reúne comerciantes, moradores, voluntários e apoiadores para cuidar dos espaços verdes, promovendo mutirões e incentivando a participação cidadã na recuperação ambiental do centro da cidade.
🏙️ 4. Requalificação do centro de São Paulo
Além do aspecto ambiental, o projeto procura tornar os espaços públicos mais acolhedores e agradáveis, mostrando como pequenas intervenções verdes podem melhorar a paisagem urbana e a relação das pessoas com a cidade.
🌿 5. Expansão de áreas adotadas
Em 2026, o projeto ampliou sua atuação por meio do programa municipal “Adote uma Praça”, passando a cuidar de um número maior de canteiros na Avenida São Luís e expandindo o plantio de espécies nativas em outras áreas do centro.
Em uma frase, a missão do Pazipê hoje pode ser resumida como: trazer a Mata Atlântica de volta ao coração de São Paulo por meio da criação de microflorestas urbanas, envolvendo a comunidade e promovendo biodiversidade, beleza e bem-estar na cidade.
O projeto já foi destacado pela iniciativa Nova Mata como uma ação de restauração ecológica urbana e também recebeu cobertura da Folha de S.Paulo.
Projeto Pazipê trazendo a Mata Atlântica pra você.
O nome une Paziam, sobrenome do fundador, ao ipê, árvore que simboliza o início dessa trajetória.
Fundador
Eduardo Paziam, o Jardineiro da República.
Eduardo Paziam construiu carreira internacional na indústria têxtil, estudou Comércio Exterior, Artes Plásticas, Arte Contemporânea e Design Têxtil. Depois de décadas trabalhando com criação e produto, passou a dedicar sua rotina à restauração ecológica urbana.
Na região da República, cuida de canteiros, jardins de chuva, árvores nativas e pequenos espaços verdes que ajudam a devolver sombra, vida e biodiversidade ao centro.
O que o projeto faz
Natureza também é infraestrutura urbana.
O objetivo do Projeto Pazipê é promover a repatriação da Mata Atlântica para o centro de São Paulo. Para isso, Eduardo Paziam adotou mais de 30 canteiros da Avenida São Luís por meio do programa Adote Uma Praça, da Prefeitura de São Paulo. A concessão foi concedida por 36 meses e tem como objetivo o plantio de espécies nativas da Mata Atlântica, que serão as árvores do futuro e formarão o novo reflorestamento da Avenida São Luís.
Plantio de espécies nativas
Introdução de árvores e plantas ligadas à Mata Atlântica em canteiros urbanos do centro.
Jardins de chuva
Cuidado de áreas que ajudam na absorção da água e na criação de pequenas florestas urbanas.
Recuperação de canteiros
Preparo do solo, irrigação, manutenção e cuidado contínuo dos espaços públicos.
Biodiversidade urbana
Ambientes mais verdes atraem pássaros, abelhas, borboletas e outros organismos.
Objetivo do projeto
O Novo Reflorestamento da Avenida São Luís
Os mais de 30 canteiros adotados na Avenida São Luís representam uma oportunidade de reconstruir parte da biodiversidade original da região central de São Paulo. O projeto busca introduzir espécies nativas da Mata Atlântica que possam se tornar as árvores do futuro e contribuir para a formação de um novo corredor verde no centro da cidade.
Manifesto Pazipê
Princípios para regenerar cidades a partir da natureza e da cidadania.
Cidades são ecossistemas vivos.
Pequenos gestos podem gerar grandes transformações.
Natureza é infraestrutura urbana.
Cuidar da cidade é um ato de cidadania.
Biodiversidade também pertence às cidades.
Arte, cultura e natureza caminham juntas.
O espaço público é um lugar de encontro.
Regenerar cidades é plantar futuro.
Na mídia e em reconhecimento
A cidade começou a perceber o movimento.
O Projeto Pazipê ganhou destaque em veículos e eventos ligados à sustentabilidade, cultura e desenvolvimento urbano.

Veja SP
Conhecido como Jardineiro da República, Eduardo foi destaque por trazer espécies nativas ao centro.

Conferência ODS
Participação em diálogo sobre cultura, sustentabilidade e direito à realidade.

Folha de São Paulo
O projeto também ganhou destaque por levar a Mata Atlântica para a região central de São Paulo.

Folha de S.Paulo
Galeria da Folha mostra o Projeto Pazipê e a Mata Atlântica renascendo no centro de São Paulo.
Apoie o Pazipê
Ajude a devolver a floresta para a cidade.
Qualquer contribuição ajuda na manutenção dos canteiros, compra de insumos, transporte, ferramentas, irrigação e continuidade do cuidado diário.
Chave PIX celular
11991492702E-mail PayPal
paziam@icloud.com Confirmar apoio pelo WhatsApp Ao clicar em copiar, a chave PIX será salva na área de transferência.Espécies plantadas
Árvores e plantas que já fazem parte do Pazipê.
Árvores plantadas
- Araçá vermelho
- Araucária
- Baguaçu (Magnolia ovata)
- Cabeludinha
- Cambuí vermelho
- Cambóatá
- Cambará
- Canela-guaicá
- Canjarana
- Candeia
- Cedro-do-brejo
- Cereja do Rio Grande
- Embaúba prateada
- Embaúba vermelha
- Embuia
- Frutinha-de-leite
- Fruto-do-sabiá
- Gabiroba
- Grumixama mirim
- Ipê amarelo
- Ipê branco
- Jabuticaba
- Jatobá
- Laranjinha-do-mato
- Maria-mole
- Mamica-de-porca
- Pata-de-vaca branca
- Pau-brasil
- Pau de viola
- Paineira rosa
- Palmeira jerivá
- Palmeira juçara
- Palmeira prateada
- Pitanga preta
- Saguaraji amarelo
- Sangra-d’água
- Sabão-de-soldado
- Urucum
- Ubatinga
- Uvaia
Plantas plantadas
- Bromélia
- Calliandra branca
- Calliandra rosa
- Clúsia
- Filodendro Burle Marx
- Filodendro Xanadu
- Filodendro ondulado
- Guaimbé
- Heliconia papagaio
- Íris-da-praia
- Maranta barriga-de-sapo
- Maranta zebrina
- Orelha-de-urso
- Pariparoba
- Ripsális
- Triallis
Dúvidas frequentes
Como participar e acompanhar o projeto?
Onde o Projeto Pazipê atua?
Principalmente na região central de São Paulo, com destaque para a República, Avenida Ipiranga, Avenida São Luís e arredores.
O que é feito nos canteiros?
Plantio de mudas, preparo de solo, irrigação, limpeza, manutenção e cuidado contínuo com espécies nativas e jardins de chuva.
Como posso apoiar?
Você pode contribuir via PIX, compartilhar o projeto, acompanhar o Instagram, indicar parcerias ou entrar em contato pelo WhatsApp.
O projeto tem presença no Google?
Sim. O perfil no Google ajuda moradores, apoiadores e parceiros a encontrarem informações sobre o Projeto Pazipê.
Conheça, acompanhe e compartilhe.
O Pazipê cresce quando mais pessoas enxergam a cidade como um espaço vivo, coletivo e possível de regenerar.