Regeneração urbana no centro de São Paulo

Trazendo a Mata Atlântica de volta ao coração da cidade.

O Projeto Pazipê nasceu do cuidado com um ipê amarelo e hoje transforma canteiros urbanos, jardins de chuva e espaços públicos em áreas mais verdes, vivas e biodiversas.

Eduardo Paziam com flores de ipê amarelo
Ipê amarelo, símbolo vivo do Pazipê.
Centro de São PauloAvenida São Luís, Avenida Ipiranga e República
33 canteiros adotados na Av. São Luís2 jardins de chuva na Av. Ipiranga
1 pomar na Praça Dom José Gaspar
Concessão por 36 mesesRepatriação da Mata Atlântica para o centro

A história

Uma semente na varanda. Um ipê no concreto. Um movimento na cidade.

Junho de 2018

Eduardo plantou uma semente em sua varanda, germinando o ipê amarelo que daria origem à primeira árvore do projeto.

22/06/2020

Eduardo plantou clandestinamente o primeiro ipê amarelo na esquina da Avenida São Luís com a Avenida Ipiranga, em pleno coração de São Paulo. A muda havia sido germinada por ele na varanda dois anos antes.

20/02/2022

Eduardo plantou o ipê número 2, também clandestino, na Avenida Ipiranga. A prefeitura arrancou a muda e ele a replantou em dezembro de 2024.

23/06/2023

Primeiro plantio nos jardins de chuva da Avenida Ipiranga, quando Eduardo desceu o ipê de seu apartamento e plantou no jardim de chuva. Aqui nasceu efetivamente o Projeto Pazipê.

Abril de 2026

Eduardo conheceu grandes nomes ligados ao verde, como Ricardo Cardim, renomado botânico e paisagista, e o senhor Hélio, o plantador de árvores e criador do Parque Tiquatira, que na época havia plantado em torno de 46 mil árvores.

Maio de 2026

O Projeto Pazipê adotou oficialmente os 30 canteiros da Avenida São Luís, no centro de São Paulo, através do programa “Adote Uma Praça”, da Prefeitura Municipal de São Paulo, com todos os termos publicados no Diário Oficial.

Maio de 2026

Início da criação da página do site www.projetopazipe.com.br, desenvolvida pela Evoluir Marketing Digital.

Junho de 2026

Eduardo conheceu e teve o primeiro encontro com Stefano Mancuso no Brasil.

Hoje

Hoje o Projeto Pazipê atua principalmente em cinco frentes:

🌱 1. Implantação de microflorestas urbanas
O projeto transforma canteiros e pequenos espaços públicos do centro de São Paulo em áreas com espécies nativas da Mata Atlântica, criando o que Eduardo costuma chamar de “florestas de bolso”. Há intervenções na Avenida São Luís, na região da Praça da República e na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua Basílio da Gama.

🌳 2. Recuperação da biodiversidade da Mata Atlântica
O foco não é apenas jardinagem ornamental. O projeto busca substituir espécies exóticas por plantas nativas, atraindo aves, abelhas polinizadoras e outros organismos importantes para o equilíbrio ecológico urbano.

🤝 3. Mobilização comunitária
O Pazipê reúne comerciantes, moradores, voluntários e apoiadores para cuidar dos espaços verdes, promovendo mutirões e incentivando a participação cidadã na recuperação ambiental do centro da cidade.

🏙️ 4. Requalificação do centro de São Paulo
Além do aspecto ambiental, o projeto procura tornar os espaços públicos mais acolhedores e agradáveis, mostrando como pequenas intervenções verdes podem melhorar a paisagem urbana e a relação das pessoas com a cidade.

🌿 5. Expansão de áreas adotadas
Em 2026, o projeto ampliou sua atuação por meio do programa municipal “Adote uma Praça”, passando a cuidar de um número maior de canteiros na Avenida São Luís e expandindo o plantio de espécies nativas em outras áreas do centro.

Em uma frase, a missão do Pazipê hoje pode ser resumida como: trazer a Mata Atlântica de volta ao coração de São Paulo por meio da criação de microflorestas urbanas, envolvendo a comunidade e promovendo biodiversidade, beleza e bem-estar na cidade.

O projeto já foi destacado pela iniciativa Nova Mata como uma ação de restauração ecológica urbana e também recebeu cobertura da Folha de S.Paulo.

Eduardo Paziam cuidando de canteiro urbano no centro de São Paulo

Projeto Pazipê trazendo a Mata Atlântica pra você.

O nome une Paziam, sobrenome do fundador, ao ipê, árvore que simboliza o início dessa trajetória.

Eduardo Paziam em área verde do centro de São Paulo

Fundador

Eduardo Paziam, o Jardineiro da República.

Eduardo Paziam construiu carreira internacional na indústria têxtil, estudou Comércio Exterior, Artes Plásticas, Arte Contemporânea e Design Têxtil. Depois de décadas trabalhando com criação e produto, passou a dedicar sua rotina à restauração ecológica urbana.

Na região da República, cuida de canteiros, jardins de chuva, árvores nativas e pequenos espaços verdes que ajudam a devolver sombra, vida e biodiversidade ao centro.

O que o projeto faz

Natureza também é infraestrutura urbana.

O objetivo do Projeto Pazipê é promover a repatriação da Mata Atlântica para o centro de São Paulo. Para isso, Eduardo Paziam adotou mais de 30 canteiros da Avenida São Luís por meio do programa Adote Uma Praça, da Prefeitura de São Paulo. A concessão foi concedida por 36 meses e tem como objetivo o plantio de espécies nativas da Mata Atlântica, que serão as árvores do futuro e formarão o novo reflorestamento da Avenida São Luís.

Plantio de espécies nativas

Introdução de árvores e plantas ligadas à Mata Atlântica em canteiros urbanos do centro.

Jardins de chuva

Cuidado de áreas que ajudam na absorção da água e na criação de pequenas florestas urbanas.

Recuperação de canteiros

Preparo do solo, irrigação, manutenção e cuidado contínuo dos espaços públicos.

Biodiversidade urbana

Ambientes mais verdes atraem pássaros, abelhas, borboletas e outros organismos.

Objetivo do projeto

O Novo Reflorestamento da Avenida São Luís

Os mais de 30 canteiros adotados na Avenida São Luís representam uma oportunidade de reconstruir parte da biodiversidade original da região central de São Paulo. O projeto busca introduzir espécies nativas da Mata Atlântica que possam se tornar as árvores do futuro e contribuir para a formação de um novo corredor verde no centro da cidade.

Manifesto Pazipê

Princípios para regenerar cidades a partir da natureza e da cidadania.

Cidades são ecossistemas vivos.

Pequenos gestos podem gerar grandes transformações.

Natureza é infraestrutura urbana.

Cuidar da cidade é um ato de cidadania.

Biodiversidade também pertence às cidades.

Arte, cultura e natureza caminham juntas.

O espaço público é um lugar de encontro.

Regenerar cidades é plantar futuro.

Na mídia e em reconhecimento

A cidade começou a perceber o movimento.

O Projeto Pazipê ganhou destaque em veículos e eventos ligados à sustentabilidade, cultura e desenvolvimento urbano.

Publicação da Veja SP sobre Eduardo Paziam

Veja SP

Conhecido como Jardineiro da República, Eduardo foi destaque por trazer espécies nativas ao centro.

Eduardo Paziam em arte de conferência ODS

Conferência ODS

Participação em diálogo sobre cultura, sustentabilidade e direito à realidade.

Publicação da Folha de São Paulo sobre o Projeto Pazipê

Folha de São Paulo

O projeto também ganhou destaque por levar a Mata Atlântica para a região central de São Paulo.

Reportagem da Folha sobre o Projeto Pazipê

Folha de S.Paulo

Galeria da Folha mostra o Projeto Pazipê e a Mata Atlântica renascendo no centro de São Paulo.

Espécies plantadas

Árvores e plantas que já fazem parte do Pazipê.

Árvores plantadas

  • Araçá vermelho
  • Araucária
  • Baguaçu (Magnolia ovata)
  • Cabeludinha
  • Cambuí vermelho
  • Cambóatá
  • Cambará
  • Canela-guaicá
  • Canjarana
  • Candeia
  • Cedro-do-brejo
  • Cereja do Rio Grande
  • Embaúba prateada
  • Embaúba vermelha
  • Embuia
  • Frutinha-de-leite
  • Fruto-do-sabiá
  • Gabiroba
  • Grumixama mirim
  • Ipê amarelo
  • Ipê branco
  • Jabuticaba
  • Jatobá
  • Laranjinha-do-mato
  • Maria-mole
  • Mamica-de-porca
  • Pata-de-vaca branca
  • Pau-brasil
  • Pau de viola
  • Paineira rosa
  • Palmeira jerivá
  • Palmeira juçara
  • Palmeira prateada
  • Pitanga preta
  • Saguaraji amarelo
  • Sangra-d’água
  • Sabão-de-soldado
  • Urucum
  • Ubatinga
  • Uvaia

Plantas plantadas

  • Bromélia
  • Calliandra branca
  • Calliandra rosa
  • Clúsia
  • Filodendro Burle Marx
  • Filodendro Xanadu
  • Filodendro ondulado
  • Guaimbé
  • Heliconia papagaio
  • Íris-da-praia
  • Maranta barriga-de-sapo
  • Maranta zebrina
  • Orelha-de-urso
  • Pariparoba
  • Ripsális
  • Triallis

Dúvidas frequentes

Como participar e acompanhar o projeto?

Onde o Projeto Pazipê atua?

Principalmente na região central de São Paulo, com destaque para a República, Avenida Ipiranga, Avenida São Luís e arredores.

O que é feito nos canteiros?

Plantio de mudas, preparo de solo, irrigação, limpeza, manutenção e cuidado contínuo com espécies nativas e jardins de chuva.

Como posso apoiar?

Você pode contribuir via PIX, compartilhar o projeto, acompanhar o Instagram, indicar parcerias ou entrar em contato pelo WhatsApp.

O projeto tem presença no Google?

Sim. O perfil no Google ajuda moradores, apoiadores e parceiros a encontrarem informações sobre o Projeto Pazipê.

Conheça, acompanhe e compartilhe.

O Pazipê cresce quando mais pessoas enxergam a cidade como um espaço vivo, coletivo e possível de regenerar.